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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Faça a sua escolha agora


“HAVIA um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; e era este homem íntegro, reto e temente a Deus e desviava-se do mal.” Jó 1:1



Se olharmos bem para este versículo veremos que esse homem tinha quatro aspectos principais a serem ressaltados em seu caráter, sendo eles: integridade, retidão, temor a Deus e desviar-se do mal.
Jó foi um grande exemplo para a Igreja do Senhor de como ser um verdadeiro adorador.
Por quê?
Observemos os quatro aspectos apontados acima para que possamos começar a entender um pouco mais sobre a verdadeira adoração. Comecemos pelo primeiro item citado “...e era este homem íntegro, reto, temente a Deus e desviava-se do mal.” :

Integridade – Ser íntegro é ser inteiro, completo, perfeito.

Jó, com certeza, não procurava fazer nada pela metade, tudo tinha que ser por inteiro. A nossa entrega deve ser total, nosso amor deve ser integral, nossa fidelidade tem que seguir esse princípio, para que possamos alcançar, de maneira integral, a perfeita, boa e agradável vontade de Deus e, assim, nos enchermos da Sua glória, verdadeiramente. Ser íntegro é ser fiel em tudo. Seja fiel.

Retidão – Ser reto é ser legítimo, verdadeiro, imparcial, sempre seguir a mesma direção.

Muitas vezes, somos confrontados com dificuldades que devemos enfrentar de frente e, em grande parte, nós fugimos delas. Esse tipo de atitude atrasa o cumprimento da promessa do Senhor em nossas vidas e, acabamos nos sentindo frustados, devido à nossa parcialidade diante de alguns problemas.
Mentir é o mesmo que confessar para o mundo inteiro que somos filhos do diabo (Jo.8:44). Se somos filhos da verdade, devemos andar em verdade, viver em verdade, amar sem falsidade.
Jesus, certa vez, disse que Ele é o único caminho que nos leva ao Pai. Não devemos ficar olhando para as laterais pois, lá encontram-se muitas coisas que nos atraem a parar em nosso caminho ou, até mesmo, sair dele. Seja reto.

Temor a Deus – A Bíblia diz que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria. Ser temente é ter completa reverência a Deus.

O Pai está a procura de verdadeiros adoradores, somente os verdadeiros adoradores rendem-se, em completa reverência, ao Deus Único, o Soberano. Isso traz sabedoria porque; quanto mais próximos de Deus (que é a Sabedoria), mais sábios nos tornamos e, entendemos melhor aquilo que nos ocorre. Busque a face de Deus, não Suas mãos (Sl.34:5).

Desviar-se do mal – Para que a ação de Deus na vida de Jó fosse completa, era extremamente importante que ele soubesse desviar-se do mal.

Talvez seja um dos principais atributos que devemos ter. Desviar-se do mal é não errar o alvo. Para isso, precisamos ser íntegros (para conhecer a perfeita vontade do Pai), ser retos (para não desviar do caminho certo) e temer ao Senhor (para que possamos conhecê-lo). Porque só quem conhece ao Senhor, tem a habilidade de estar sempre se desviando do pecado e buscando, sempre, a Sua face. Vai, e não peques mais (Jo.5:14), porque Deus abriu os seus olhos.

Então poderíamos nos perguntar: - Se retidão é seguir sempre a mesma direção, como foi dito acima. Como então se desviar sem sair da mesma direção? É simples, primeiro temos que entender porque na Bíblia foi escrito desviar-se ao invés de fugir. Na Bíblia nada foi escrito por acaso, tudo tem uma finalidade. No livro de Provérbios, capítulo 16, versículo 25, diz que os caminhos do homem parecem ser perfeitos, porém dão em morte. Isso quer dizer que, se andarmos de acordo com nossa vontade carnal, nossos caminhos não são tão bons quanto aparentam ser. Isaías disse que os caminhos de Deus são mais altos do que os caminhos do homem (Is.55:9). Observando bem, Jó não andava nos seus próprios caminhos, mas no caminho de Deus, que é perfeito (Sl.18:30), por isso andava em retidão aos olhos do Senhor. No entanto, como a própria palavra nos alerta, a carne luta contra o Espírito e vice-versa. Então Jó precisava desviar-se de sua vontade carnal, que é má.
Para que entendamos o motivo de não estar escrito fugir ao invés de desviar-se, precisamos ver a diferença entre estas duas ações. Primeiro, fugir é quando a pessoa vira as costas para o seu alvo e volta atrás, motivo pela qual Deus disse que os covardes não herdarão o seu reino, e desviar-se é quando você sai do caminho que estava seguindo sem perder o seu alvo principal, nunca deixando a sua retaguarda desprovida de defesa. Nosso alvo deve ser alcançar o coração e o centro da vontade de nosso Pai Celeste.

Conclusão

Em nosso caminho existem vários males que nós devemos escolher desviar-nos deles para que no final não encontremos a morte. Jó tinha prazer em Deus por isso, Deus teve prazer nele.

DEVEMOS TER PRAZER EM TUDO O QUE DEUS NOS DEU, NOS DÁ E NOS DARÁ.

O verdadeiro adorador, em momento algum, murmura ou reclama por algo que tenha acontecido com ele, por saber que Deus está no controle de toda a sua vida.
Ressaltando que, Jó só tornou-se um verdadeiro adorador depois de passar por tamanha provação, pois disse: “- Antes te conhecia, só de ouvir falar, mas hoje meus olhos te vêem.” (Jó 42:5). Estaríamos dispostos a passar por isso, simplesmente, por termos prazer em Deus?

NÃO BASTA SABERMOS DO QUE DEUS É CAPAZ, PRECISAMOS CRER QUE ELE É FIEL E JUSTO PARA FAZER ABUNDANTEMENTE MAIS.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

O DESAFIO É SER SANTO


"Sede santos porque Eu sou Santo" (I Pe. 1:16)



Em primeiro lugar, quero chamar a atenção para que seja evitado raciocínios pré-concebidos, para que entendamos, com clareza, para onde o Espírito Santo deseja nos levar quando, juntos, refletiremos sobre o tema santidade. O primeiro tipo de raciocínio que precisa ser evitado é aquele que nos leva a crer que já sabemos de tudo sobre qualquer assunto, principalmente sobre santidade, e de que não é necessário acrescentar mais nada a respeito, crendo ter o domínio do mesmo. Em Provérbios 25:27 somos aconselhados ao comedimento, pois, se a sabedoria é boa em si mesma, é desonroso buscar honra para si próprio por meio desta mesma sabedoria: "Comer muito mel não é bom; nem é honroso buscar a própria honra”. 

O segundo modo de pensar que devemos evitar, é o de não assumir a responsabilidade diante da Palavra de Deus, como foi o caso de Adão e Eva, nenhum dos dois aceitaram a Palavra que Deus lhes dirigia: "Perguntou-lhes Deus: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste da árvore de que ordenei que não comeste? Disse o homem: A mulher que me deste por companheira deu-me da árvore, e eu comi. Então disse o Senhor à mulher: Que é isto que fizeste? Respondeu a mulher: A serpente me enganou, e eu comi"(Gn 3:11-13). Percebemos que neste caso houve transferência de responsabilidade, a Palavra de Deus é sempre para o outro. 

O terceiro e último tipo de pensamento que devemos evitar, é aquele que combate contra a submissão de ceder aos argumentos de Deus. Podemos entender este tipo de pensamento observando as palavras do apóstolo Paulo: "As armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus, para destruição das fortalezas. Derrubamos raciocínio e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levamos cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (II Co 10:4, 5). Deduzimos que há uma grande resistência em nós mesmos lutando para que não nos submetamos aos ensinamentos de Deus, sendo necessário travarmos uma luta tremenda para levarmos nossa mente à obediência a Cristo. 

Com isto em mente deixemos o Espírito Santo falar e nos desafiar para  vivermos em santidade.

VIVER EM SANTIDADE É VIVER À SERMELHANÇA DO CARÁTER DE CRISTO 

A vida cristã tem como princípio básico a busca contínua e persistente da plenitude da vida Cristo em nós. Este é o alvo. Buscar a semelhança com Cristo é o desafio que abraçamos quando, por livre vontade, procuramos nos identificar com Ele, em atos e atitude, e, por confissão de fé, declaramos que nossa vida será uma imitação da vida do Senhor Jesus. O apóstolo Paulo, pelo Espírito Santo, nos desafia para esta busca: "Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (I Co 11:1). A ousadia do apóstolo em chamar para si a responsabilidade desta semelhança está no fato de que ele tinha uma referência segura: Cristo. E, por diversas vezes, ele deu testemunho incontestável que sua vida era uma busca constante de ser semelhante a Cristo. Este foi seu objetivo. Este foi o desafio aceito pelo apóstolo, abraçando-o com todo ardor, a ponto de afirmar: "Estou crucificado com Cristo, e já não vivo, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gl. 2:20). 

Não foi sem lutas, sem conflitos, sem renúncias que, desafiado, Paulo rendeu-se a um viver consagrado ao Senhor Jesus. Muitas coisas na vida do apóstolo ficaram para trás, vejamos sua declaração na carta dirigida aos filipenses: "Irmãos, não julgo que o haja alcançado. Mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que para trás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo” (Fp. 3:13, 14). O importante para o apóstolo Paulo não era o passado e sim o futuro. O desafio maior para Paulo era alcançar o propósito de Deus em sua vida. Paulo não ficou contabilizando o que perdera por ter decidido seguir a Cristo, pelo contrário, viver em Cristo e para Cristo foi o maior lucro da vida do apóstolo Paulo e, muitas das coisas que ficaram para trás, ele considerou como refugo: “Mas o que era para mim lucro, considerei-o perda por causa de Cristo. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor, por quem sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como refugo, para que possa ganhar a Cristo" (Ef. 3:7, 8) 

Ser imitador de Cristo é desafio para um viver santo. Estamos sendo confrontados? A vontade de Deus para nossa vida é para que trilhemos este caminho, pois somos informados que "quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pela concupíscência do engano, e vos renoveis no espírito do vosso entendimento, e vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade” (Ef. 4:22-24). 

Viver em santidade é um desafio de ser semelhante a Cristo. Entretanto, esta conformidade, requer de cada um de nós uma tomada de posição, pois, estamos diante de um desafio. Temos ousadia suficiente para chamar para nós a responsabilidade de uma imitação de Cristo? Podemos falar como o apóstolo Paulo: "sejam meus imitadores"? Nosso testemunho de vida tem sido uma incontestável prova de que Cristo é real? A verdade é que quando aceitamos o desafio de ser semelhante a Cristo um conflito se instala. Parece contraditório, mas, não é. Pois quando vivemos governados pela nossa própria vontade a carne prevalece, porém, diante da aceitação do desafio de ser semelhante a Cristo, o Espírito Santo entra em ação, procurando conformar a vida daquele que aceita este desafio, para que as qualidades do caráter de Cristo sejam reproduzidas nele. Entretanto, a carne não vai ceder tão facilmente, daí, o conflito. O que fazer? Tomar uma decisão. Aceitar o desafio determinar-se a seguir as orientações do Espírito Santo: "Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne. Pois a carne deseja o que é contrário ao Espírito, e o Espírito o que é contrário à carne. Estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis” (Gl. 5:16, 17). 

Prosseguir sempre e não olhar para trás também é caminho para um viver santo, desde que fixemos nosso olhar em Cristo. Para isso é necessário coragem. 

VIVER EM SANTIDADE É VIVER À EXEMPLO DAS ATITUDES DE CRISTO 

Somos desafiados a vivermos à semelhança com Cristo. Porém, esta semelhança não é uma mera imitação sem valor, de aparências, pois, só o fato de procurarmos imitá-lo exige de nós uma ação condizente com aquilo que apregoamos. Se procuramos imitar a Cristo precisamos agir tal qual Cristo. Com toda autoridade Jesus declara: "Eu vos dei o exemplo, para que façais o que eu fiz” (Jo 13:15). Fazer o que Cristo nos manda fazer é característico de um viver santo. As atitudes de Jesus são incontestes. Se queremos andar em santidade devemos atentar para que a humildade seja uma das motivações para que Cristo se manifeste em nosso viver, pois: "Porque me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu mando” (Lc. 6:46). 

Quando o assunto é relacionamento o Senhor Jesus ensina que a colheita é conforme o plantio: "Como vós quereis que os homens vos façam, da mesma maneira fazei-lhes vós também"(Lc. 6:31). Tudo que fizermos, de bem ou de mal ao próximo, colheremos na mesma medida, porém, segundo as palavras do Senhor Jesus, todos nós queremos ser bem tratados. Se assim é, precisamos tratar bem os outros. Oprimido e humilhado Jesus não abriu a sua boca (Is. 53:7). É claro que a todo instante devemos procurar nossos direitos, porém em certas situações, principalmente se faço parte de um grupo (uma igreja, por exemplo) os meus direitos devem ser analisados e julgados se é bom, não só para mim, mas para todo o grupo: “... Porque não sofreis antes a injustiça? Porque não sofreis antes o dano? Mas vós mesmos fazeis à injustiça, e fazeis o dano, e isto aos próprios irmãos" (I Co 6:7b). 

"Ele não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano. Quando foi injuriado, não injuriava, e quando padecia não ameaçava. Antes, entregava-se àquele que julga justamente. Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para o pecado, pudéssemos viver para a justiça, pela suas pisaduras fostes sarados"(I Pe. 2:22-24). Diante dos perseguidores da mulher que fora encontrada em ato de adultério, Jesus apela para a consciência dos seus algozes: “... Aquele que dentre vós está sem pecado, seja o primeiro a lhe atirar uma pedra". Jesus não só ensinava como fazer, mas fazia como ensinava. A respeito de suas obras, Lucas, no seu Evangelho, registra o testemunho de dois discípulos que iam para aldeia de Emaús: “... As (coisas) que dizem a respeito de Jesus de Nazaré, que foi profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo” (Lc. 24:19). Ficaria muito extenso se falássemos de todas as atitudes de Jesus, entretanto, é bom frisarmos que tanto o ensino quanto o aprendizado cobra-nos uma ação, uma atitude face ao conhecimento adquirido. 

VIVER EM SANTIDADE É VIVER EM OBEDIÊNCIA À PALAVRA DE CRISTO 

Enquanto esteve na terra o Senhor Jesus esteve constantemente diante de desafios tremendos. Não fugiu, não se escondeu e nem rejeitou nenhum deles. Enfrentou todos, venceu todos. Por isso Ele pode afirmar: "Eu venci...” 

Passamos a vida tomando decisões e agindo diante das circunstâncias que moldaram o nosso hoje. Se foram atitudes certas ou erradas, não importa, o que nos acontece hoje é fruto da semente que plantamos ontem, e as decisões que estamos tomando hoje, são semente de uma colheita futura. A qualidade desta colheita está diretamente ligada à qualidade da semente que está sendo plantada. E, com toda certeza, se fielmente nos espelharmos nas atitudes de Cristo, também afirmaremos categoricamente: "Em Cristo sou mais que vencedor”. 

Podemos por esforço próprio tentar imitar a Cristo ou agir conforme as suas atitudes, porém, sem o testemunho de um viver santo. Porque o imitar e o agir tal qual Cristo está diretamente relacionado com a obediência à sua Palavra: "Sem mim nada podeis fazer" (Jo 15:5). O amor a Jesus está intimamente ligado ao amor à sua Palavra: “... Se alguém me amar guardará a minha palavra. Meu Pai o amará, e viremos para ele e nele faremos morada” (Jo 14: 23).

sábado, 6 de agosto de 2011



Deus reservou estes dias para derramar graça abundante sobre nós. Serão diversas ministrações e muita... muita unção.



Você é nosso convidado especial!!!





ENTRADA FRANCA !!!

Em dias como estes, onde o homem tem sido cada vez mais tentado a se desviar do propósito divino, Deus separa um momento para falar profundamente aos corações sedentos por Ele. Venha ouvir o que o Senhor tem para lhe falar nestes dias que serão repletos da presença do Todo Poderoso!





Com a presença do Pai, do Filho e do Espírito Santo! Os preletores serão apenas instrumentos de Deus para trazer a mensagem dos céus para os nossos corações...





INFORMAÇÕES: 31 8229 9514 ou ibfavnovohorizonte@gmail.com